Frequentemente somos indagados sobre as diferenças entre os testes de Genealogia por DNA do Laboratório GENE e outros realizados fora do país, como é o caso do Projeto Genográfico. As diferenças principais são as seguintes:
1) Os estudos de Genealogia por DNA do Laboratório GENE incluem a ancestralidade genômica , ancestralidade materna e ancestralidade patern a. A maioria dos outros laboratórios, incluindo o Projeto Genográfico, testam apenas as ancestralidades materna e paterna. As importantes diferenças entre estas ancestralidades podem estão discutidas aqui .
2) A metodologia utilizada pelo Laboratório GENE , foi desenvolvida pelo Prof. Dr. Sérgio Danilo Pena, especialista na genética das populações brasileiras e pioneiro nos estudos do retrato molecular do Brasil. Assim, o Laboratório GENE usa métodos desenvolvidos no Brasil, por brasileiros, maximizando a eficiência na análise da ancestralidade genética dos brasileiros.
3) O Laboratório GENE tem a metodologia mais avançada do mundo para estimativa de ancestralidade genômica, os Multindels . Um estudo de populações de todo o mundo demonstrou o poder de resolução dos Multindels foi recentemente publicado (clique aqui para acessar o artigo). Alguns laboratórios anunciam que fazem ancestralidade genômica, mas não possuem capacitação técnica adequada. O Prof. Sergio Pena enviou seu próprio DNA a uma laboratório americano que estava fazendo grande marketing do seu teste de ancestralidade genômica na Internet. O resultado enviado pelo laboratório americano erroneamente demonstrou 21% de ancestralidade do leste asiático, sendo que em sua família não há história de nenhum oriental!
4) Os resultados dos exames de Ancestralidade por DNA Plus fornecidos pelo Laboratório GENE possuem integridade científica absoluta . Alguns laboratórios americanos estão anunciando resultados de ancestralidade específicos para diferentes regiões da África. Este grau de precisão é cientificamente impossível! As peculiaridades da história demográfica africana (a expansão Banto) e o fato de que extensas regiões da África foram pouco estudadas do ponto de vista molecular (incluindo Angola e o Congo) demonstram as dificuldades envolvidas. Obviamente então quem alegar que pode apresentar este elevado nível de (pseudo-)precisão estará fazendo inferências sem base científica rigorosa, com intuitos comerciais e enganando o consumidor.
